Ás vezes eu ainda sinto a falta dele. Como hoje, em um costumeiro domingo de chuva onde se fazer nada com quem a gente gosta é a melhor opção. Ou em raros domingos de sol, quando o calor me faz sentir saudades do abraço de alguém. É do abraço dele que eu ainda sinto falta. Não encaixo muito bem em outros abraços, nenhum me protege como o dele. Todos são vazios demais, rasos demais, fracos demais.
Ás vezes no meio das festas eu sinto falta dele, da compania dele pra dançar. E mesmo quando eu me divirto com outras pessoas, eu sinto falta de como nós dois nos divertiamos. Da nossa bolha, de como o mundo era perfeito quando eramos só nós dois. E então eu o procuro pelos cantos, e me doi saber que ele não esta ali. As vezes antes de dormir, eu penso nele. Penso em como vai ser quando nos encontrarmos de novo. E meu coração se enche de esperanças e medo. Porque tudo mudou, nós mudamos, a nossa vida mudou... só não muda o que tem dentro de mim.E o desejo juvenil de reencontra-lo e como nos filmes chegar ao final feliz.
E nesses dias, em que eu sinto a falta dele. Passo o tempo me convencendo que ele morreu, que acabou e é assim. Ponto final.
Depois de tanto tempo, ele não pode mecher assim. Ele não pode ter esse poder, de ainda me desacelerar o coração, bambear as pernas. É como um mantra "sou forte, sou forte, sou forte", e então eu sigo em frente. E a dor, a saudade vão passando. E tem dias que eu nem penso nele. E esses dias são felizes. Vazios, mas felizes. Um vazio que vem sendo preenchido de festas e pessoas novas. E eu to até gostando. É bom, as vezes, não amar ninguém. E como diz meu querido Caio... Eu sigo a vida assim, um dia de salto 15, outros de chinelo havaina.
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